| O futuro do Gir está umbilicalmente ligado ao incremento da beleza, da caracterização, da pureza racial, da produção de leite e carne, da fertilidade e dos fatores de precocidade. O Gir é a soma destas características, ou seja, não é apenas uma função unívoca.
A seleção da Fazenda Cocal, baseia-se fortemente em alguns animais da raça Gir que vieram da Índia, tais como: Gandi (através de Bey e White), Gaiolão, Krishna e etc. Por conseguinte, a base do rebanho foi formado pelas vacas de origem: R, EVA, ZS, Alecrim e Krishna. O programa Krishna está de volta foi iniciado em 1990 (frase registrada no livro: “Gir a raça mais utilizada no Brasil” de Rinaldo dos Santos; publicado em 1994).
A vista disto trata-se como uma “síntese” da família Krishna, os seguintes touros: K. S. Prema II. A. 22; K. S.V. R. Cassudi – II – DC – 6721; K. S. Kassudi – II – A. 258; K. S. G. Ghiliri – A. 212; K. S. Ghiliri – DC – 8300; Alecrim e Krishna II – 2034 (pai das Gheetas). A recuperação desta linhagem Krishna, é de suma importância, uma vez que trás a garantia do trinômio: pureza, beleza e desempenho.
Dentre todas as qualidades da raça, a marca ENA, vem marcando presença no setor leiteiro comprovação dada como, por exemplo, pelo touro Krishneto ENA, com várias filhas com controle oficial com ótimas lactações; o qual se tivesse participado do teste de progênie, certamente, obteria PTA positivo para o leite.
A marca ENA, com certeza, surgiu para contribuir com um grande patrimônio genético que abre os caminhos para muitos criadores de Gir do Brasil e de outros países, ou seja, em âmbito geral, a marca ENA é uma grande preservadora da raça Gir, principalmente, da linhagem Krishna, sempre buscando a melhoria e aperfeiçoamento (no que tange aos critérios citados anteriormente) desta sagrada raça que é o Gir.
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